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Grupo Civilria

residencial01O Grupo empresarial Civilria integra empresas de Projecto e Construção, Comercialização e Gestão Imobiliária, Engenharia e Construção e Fundos de Investimento Imobiliário.
Opera em todo o território Português, Angola, Brasil, América Latina e Comunidade Europeia sempre associado a investimentos de referência e de elevado valor patrimonial.











Vita Housing

Vita Housing Em fase adiantada de construção, o Vita Housing é um projeto arquitetónico de traços arrojados e design apurado, típico das obras com assinatura Civilria. O Vita Housing comunicará um conceito de vida contemporâneo, direcionado para o seu lado mais prático e ativo.

Cosmopolita no estilo, inovador no conceito, esta obra irá marcar a paisagem de Aveiro e acreditamos que surpreenderá a cidade e o mercado. Direcionado para um público-alvo assumidamente moderno, o Vita Housing é concebido a pensar na ótica das necessidades das atividades urbanas e no estilo frenético do seu dia-a-dia.

É composto por apartamentos Estúdios, T1 e T2 de 40m2 a 120m2, com layouts internos personalizados e concebidos para quem premeia os pormenores arquitetónicos e não abdica de acabamentos, materiais e equipamentos de qualidade superior.  









 

Investir em imobiliário ainda rende mais que comprar ações

"In Dinheiro Vivo"

Investir em imobiliário em Portugal ainda é mais rentável e tem um risco mais controlado que comprar ações ou obrigações, principalmente se for a longo prazo, ou seja, a partir dos dez anos. A conclusão é do índice de 2013 do Investment Property Databank (IPD), uma base de dados que em Portugal conta com 921 ativos avaliados em mais de oito mil milhões de euros.
De acordo com este documento, hoje divulgado, investir em ações dá um retorno de cerca de 3,5% com uma volatilidade de 26%, enquanto que o imobiliário dá um retorno de 6% com uma risco de quase 26%.
O retalho, ou seja, as lojas e os centros comerciais continuam a ser os ativos com melhor rentabilidade, quase 7%, mas com um risco de 9%. Seguem-se os escritórios, que apesar de menos rentáveis no longo prazo tem uma volatilidade bem mais baixa, de cerca de 2,5%.
Aliás, o retalho registou em 2012 um dos melhores desempenhos dos últimos 13 anos, reparou um dos responsáveis do IPD Portugal, Luís Francisco. Segundo este estudo, o retalho teve um retorno só das rendas de cerca de 6,5%. Já os escritórios tiveram o comportamento exactamente oposto, com um retorno de rendas da ordem dos 5,2% e um dos níveis mais baixos dos últimos 13 anos.
Aliás, de acordo com um dos responsáveis do IPD na Europa, Olivier Mége, o facto do imobiliário ser mais rentável que as ações é só mesmo a longo prazo, uma vez que em 2012, as ações tiveram um melhor rendimento. Tendo em conta os dados do IPD apresentados hoje, o retorno imobiliário em geral foi de apenas 0,8% enquanto o das ações chegaria perto dos 3%.